Há alguns dias, meu amigo desde a faculdade, Dr Douglas, comentou que sugerira a uma de suas pacientes que me procurasse para uma consulta. De antemão me informara que aquela paciente, em especial, era diferente.
Não vai ser agora mas prometo voltar para contar os detalhes daquele check-up, mas ele dissera que além de linda, ela parecia sempre desejar algo a mais.
Então eis que chegou o dia, olhando para a lista de pacientes, pude ver que seu nome constava na segunda posição.
Confesso que fui talvez até displicente com o retorno desta minha primeira paciente, mas durante aqueles pouco mais de 20 minutos de atendimento, repassava diversas vezes em minha cabeça aquela conversa com o Douglas sobre a paciente que estaria por vir.
Terminado o atendimento, não levei mais do que 5 minutos para anunciar seu nome: “Patricia, por favor entre!”
Qual não foi a minha surpresa ao ver que a dona do nome era quem eu menos esperava, não imaginava que aquela garota quieta que conheci no casamento de um amigo em comum havia uns 4 ou 5 anos, fosse a garota da história do Douglas;
Pedi para que se sentasse e me explicasse os motivos que a havia trazido até ali. Então me falou sobre uma pequena intervenção que faria na região vaginal e queria minha opinião de especialista com relação à região anal.
Confesso que sempre tive uma queda por rabinhos empinados e cuzinhos bem apertadinhos, mas jamais esperaria ver em meu consultório aquela mulher tão gostosa e ao mesmo tempo tão tímida.
Após a anamnese me preparei para o exame, pedi para que ela apenas desabotoasse a sua calça para que eu pudesse examina-la. Qual não foi minha surpresa ao ouvir de seus lábios que por ser justa demais sua calça, seria mais fácil fazer o exame se ela a abaixasse totalmente. Então respondi que não haveria quaisquer problemas e que de fato facilitaria um pouco o exame.
Não vai ser agora mas prometo voltar para contar os detalhes daquele check-up, mas ele dissera que além de linda, ela parecia sempre desejar algo a mais.
Então eis que chegou o dia, olhando para a lista de pacientes, pude ver que seu nome constava na segunda posição.
Confesso que fui talvez até displicente com o retorno desta minha primeira paciente, mas durante aqueles pouco mais de 20 minutos de atendimento, repassava diversas vezes em minha cabeça aquela conversa com o Douglas sobre a paciente que estaria por vir.
Terminado o atendimento, não levei mais do que 5 minutos para anunciar seu nome: “Patricia, por favor entre!”
Qual não foi a minha surpresa ao ver que a dona do nome era quem eu menos esperava, não imaginava que aquela garota quieta que conheci no casamento de um amigo em comum havia uns 4 ou 5 anos, fosse a garota da história do Douglas;
Pedi para que se sentasse e me explicasse os motivos que a havia trazido até ali. Então me falou sobre uma pequena intervenção que faria na região vaginal e queria minha opinião de especialista com relação à região anal.
Confesso que sempre tive uma queda por rabinhos empinados e cuzinhos bem apertadinhos, mas jamais esperaria ver em meu consultório aquela mulher tão gostosa e ao mesmo tempo tão tímida.
Após a anamnese me preparei para o exame, pedi para que ela apenas desabotoasse a sua calça para que eu pudesse examina-la. Qual não foi minha surpresa ao ouvir de seus lábios que por ser justa demais sua calça, seria mais fácil fazer o exame se ela a abaixasse totalmente. Então respondi que não haveria quaisquer problemas e que de fato facilitaria um pouco o exame.
Pedi então para que deitasse de lado, dando as costas pra mim e puxasse
as pernas contra seus seios. Não sei se não entendeu a posição ou se
sentiria mais confortável daquele jeito, fato que ela subiu de quatro
sobre a maca e lentamente se acomodou na posição conhecida no yoga como
balasana.
Enquanto calçava o par de luvas, pedi licença e baixei sua delicada calcinha expondo aquele rabinho totalmente empinado. Fiz os toques necessários e não pude deixar de reparar como sua bucetinha ficara encharcada com meus toques em seu rabinho delicioso, exatamente como Douglas comentara. Neste momento pedi licença e lhe passei uma pomada lubrificante com um leve toque analgésico, baixei a cortina para que ela não ficasse constrangida com meu “toque”.
Neste momento meu pau latejava dentro da calça, prontamente
o botei para fora e a cabeça brilhava de tão dura; primeiro enfiei um dedo para
sentir o quanto piscava aquele cuzinho, questionei se havia dor e ela
prontamente respondeu que não. Então informei que ela sentiria uma pressão um
pouco maior dessa vez e queria que fosse me dizendo se doía ou não. Neste
instante, passei a enfiar dois dedos e podia sentir o quão apertado e quente era
aquele cuzinho. Perguntei se estava td bem, ela apenas dizia: “Não dói!”
Enquanto a examina cuidadosamente, com a outra mão saciava meu tesão, até que em silencio: gozeiiiiii.
Me recompus, com alguns lenços removi o excesso da pomada e pude perceber o quanto escorria aquela bucetinha rosada.
Pedi para que ela se vestisse e informei que embora não
visse necessidade, poderia sim, estar junto com o Dr Douglas naquela importante
interação. Me desculpei rindo maliciosamente e informando que o correto era
INTERVENÇÃO cirúrgica.
Quando nos despedíamos, a abracei forte e acredito que ela tenha conseguido sentir o quão duro ainda estava meu pau naquele momento.

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