Foram
anos sem conseguir se satisfazer na cama e sentindo muitos incômodos.
Por muito tempo, julgou que o problema era com ela. Se escondeu atrás de
toneladas de problemas diários para não enfrentar todos os leões. Mas
agora, já estava decidida! (E tinha o Gustavo, que fazia ela querer
voltar a ver o mundo bem colorido!)
Ainda
com receios sobre próprio corpo e com muita vontade de fazer tudo que
pudesse para se sentir plena, procurou médicos para anular as dúvidas
sobre ele.
Já
na primeira consulta, encarando bem os olhos azuis do médico, ela teve o
cuidado de explicar o que lhe incomodava. Relatou o quanto estava
sentindo dor a cada vez que era penetrada e que queria resolver isso. A
propósito, queria ter certeza de que poderia se divertir na cama na próxima vez que visse o Gustavo.
O
Dr Douglas (galante) pediu que ela fosse até uma saleta e retirasse
toda a roupa. Quando ela voltou, já nua, apenas com um hobby de tecido
fino de algodão, o dr. começou a examiná-la.
Tocou
atentamente em seus seios. Olhou para eles com aquele olhar fixo de um
cirurgião plástico que busca as mais pequenas imperfeições. Com seus
dedos, levou os mamilos para cima e para baixo e concluiu dizendo à
Patricia: sim, eles são realmente perfeitos!
Patrícia,
ainda insatisfeita, pediu para que ele examinasse o restante do corpo.
Alegando não gostar dos carnudos lábios - que por sinal, estavam
secretamente molhados devido aos tantos toques durante o exame que
acabara de ocorrer...
O
médico, muito atencioso, ponderou que poderia sim ser melhorado,
principalmente se, de alguma forma, isso lhe causasse desconforto. Fez
um toque sutil dentro dela e pediu se Patrícia sentir dor e não tardou
em dizer que os homens, na verdade, não se importam, bem pelo contrário,
até gostam de mulheres assim.
Patrícia,
que já tinha sentido escorrer na polpa de sua bunda o líquido da
felicidade, respondeu que não sentia dor (enquanto pensava, não quer
colocar nada mais aí não?).
Douglas,
por sua vez, disfarçando a alegria em tocar uma mulher sedenta, se
recompôs, e dirigindo-se para sua cadeira, convidava Patrícia a se
vestir.
Assim
que ela voltou da saleta, já vestida, ele olhou para ela e lhe informou
que gostaria que ela fosse examinada por outro colega... para avaliar
também seu ânus e por fim tirar todas as suas angústias acerca do seu
corpo.
Patrícia fez uma cara de hesitação, mas por fim aceitou que agendasse tal consulta, essa que seria secretamente desafiadora! Afinal,
o prazer que sentia em seu ânus era algo surreal, como seria suportar a
consulta sem deixar que o outro médico percebesse tal “fragilidade”?
***
Em
uma semana, chegou o dia. Sim, hoje foi o dia em que aquela jovem
mulher acordou e também se preparou. Tomou um banho gelado e garantiu q
tudo estivesse “em ordem”.
Ao chegar no consultório, esperou ansiosa na recepção. Eis que, após longos 40 minutos de espera, o Dr. Ricardo, a chama!
Patrícia ainda não sabia dizer se fato deles terem se conhecido há 4 anos a deixava mais tranquila ou ansiosa...
Ao
finalmente entrar no consultório, sentam-se em volta da mesa para ela
explicar o que lhe trazia para a consulta... Explicou que estava a
caminho de uma pequena cirurgia e que queria ter certeza de que se
houvesse algo a mais que pudesse ou precisasse ser consertado, que
fosse. Inclusive na região anal, que tinha algumas coisas que estava
incomodando-a já algum tempo.
Dr.
Ricardo, após escutá-la atentamente levantou-se, e convidou- a
dirigir-se à maca. Pediu que apenas abrisse um botão de sua calça e
ficasse sobre a maca. Patrícia, justificando-se o quão justa era a sua
calça, informou-lhe que precisaria abaixá-la até as coxas...
Nisso, Ricardo pediu que ela deitasse de costas para ele e que puxasse os joelhos próximos aos seus seios. Nessa posição fetal, ele olhou para ela enquanto calçava um par de luvas e, pedindo licença, abaixou a calcinha de algodão cinza com poucas rendas. Deixando-a nua, exposta; tanto que Patrícia podia sentir o ar gelado penetrando a pele delicada de sua bunda.
Eis que o exame oficialmente começou. Dr Ricardo tocou, apertou, e, certificou-se que todas as pregas estavam no lugar. Pediu que ela fizesse força, quis vê-la empurrando seu dedo que estava fazendo uma leve pressão.
Depois, pediu-lhe licença e informou que teria que introduzir um de seus dedos naquele orifício tão pequeno e apertadinho.
Pegou
uma pomada e passou várias vezes sobre a pele. Tanto que ela começou a
relaxar e, se esforçar para se comportar como paciente!
Então, ele não tardou a introduzir seu dedo e fazer movimentos repetidos enquanto perguntava se assim doía ou não.
A
cada movimento que ele fazia em seu ânus apertado, e, agora melado,
Patricia respirava fundo e se continha a responder apenas: “não dói...”
Enquanto que por dentro ela dizia: “ai que delícia! Vai, aperta... humm,
empurra..., vai, quero mais...”
Ele com certeza percebeu. Pois, mais uma vez, Patrícia se molhou. E, para a sua surpresa, dessa vez mais do que antes.
Depois de mais alguns toques e pressões, Dr. Ricardo se afastou, limpou-a com cuidado e pediu que se vestisse.
Enquanto
ela erguia suas calças, ele ia dizendo que seria um prazer estar nessa
cirurgia, mas que ela era perfeita (gostosa!) demais e que não tinha
nada a ser feito.
Ela,
ainda sentindo o corpo molhado e com o desejo de que quero mais,
agradeceu a atenção e, enquanto se dirigia à porta. Na despedida, ele a
abraçou, fazendo-a sentir seus dedos puxando o delicado sutiã nesse
abraço tão apertado.
Ela
saiu da consulta molhada. Molhada demais e, só pensava no Gustavo.
Queria fazer tudo com ele; e estava decidida: realmente queria deixa-lo
gozar dentro do seu cuzinho!



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