... [continuação]
Tomamos o café da manhã e fomos para a praia. O moleque se divertindo com seus castelos de areia, eu entre minha idas e vindas da cadeira pro mar e vice-versa, e as meninas... Ahhh essas meninas, conversavam ora deitadas na areia, ora caminhando pela orla e, as vezes, até na beiradinha da agua aproveitando o vai e vem da marola.
Já cansados de tanta praia, na hora do almoço retornamos para casa, afinal, almoçaríamos e começaríamos a organizar nosso retorno para a cidade. Preparei um carvão, salguei uma carne, minha esposa e sua amiga ficaram a cargo das saladas e maionese; o pequeno tomava um suco de laranja e corria pra saltar na piscina. Enquanto preparava a carne, não tirava o olho daquela delícia, aquele biquíni minúsculo, apenas coberto com um tecido transparente jogado sobre o corpo que não escondia as belas curvas.
Já era quase uma da tarde, o almoço totalmente encaminhado, estava terminando de assar os últimos pedaços de carne quando dei pela falta da morena. Chamei todo mundo pra comer e, como resposta, minha esposa avisara que a nossa amiga estava tirando a areia do corpo antes de almoçar. Encontrei a oportunidade que buscava o dia todo, um momento a sós com ela.
Tomamos o café da manhã e fomos para a praia. O moleque se divertindo com seus castelos de areia, eu entre minha idas e vindas da cadeira pro mar e vice-versa, e as meninas... Ahhh essas meninas, conversavam ora deitadas na areia, ora caminhando pela orla e, as vezes, até na beiradinha da agua aproveitando o vai e vem da marola.
Já cansados de tanta praia, na hora do almoço retornamos para casa, afinal, almoçaríamos e começaríamos a organizar nosso retorno para a cidade. Preparei um carvão, salguei uma carne, minha esposa e sua amiga ficaram a cargo das saladas e maionese; o pequeno tomava um suco de laranja e corria pra saltar na piscina. Enquanto preparava a carne, não tirava o olho daquela delícia, aquele biquíni minúsculo, apenas coberto com um tecido transparente jogado sobre o corpo que não escondia as belas curvas.
Já era quase uma da tarde, o almoço totalmente encaminhado, estava terminando de assar os últimos pedaços de carne quando dei pela falta da morena. Chamei todo mundo pra comer e, como resposta, minha esposa avisara que a nossa amiga estava tirando a areia do corpo antes de almoçar. Encontrei a oportunidade que buscava o dia todo, um momento a sós com ela.
Desconversei daqui, falei dali. Gritei enquanto subia as escadas: "fica de olho no garoto que ele tá na piscina"; chegando no andar de cima, podia ouvir o barulho do chuveiro ligado; Então abri a porta do banheiro que ela nem havia se dado ao trabalho de trancar. Entrei como se fosse algo super natural e sem malicia, e, ainda “sem malicia”, botei meu pau pra fora e, enfim, pude aliviar minha vontade: “tirei toda a agua do joelho" quanto pude. Após um suspiro profundo de alívio, ela pode então identificar quem havia entrado ali.
Foi quando veio a retorica, “Ah, eu não fechei a porta?!” Respondi prontamente: “ainda que não, acho que não aguentaria muito mais tempo” e dei risada. Ela riu junto comigo e ainda dentro do box, com vidro fumê e todo embaçado, completou: “Já que está aqui, me passa a toalha!” Respondi: “Um instante!”
Mas ainda assim, de fato não era hora nem lugar praquilo, meu pau já estava qse explodindo. Deixei-a com a toalha e sai do banheiro; enquanto descia as escadas o garoto vinha no sentido contrário indagando pela mãe. Respondi que deveria estar terminando de tomar banho e que já se juntaria a nós para comer.
Assim que cheguei na cozinha, fui fitado de cima a baixo pela minha esposa, que me olhou com aquele olhar único de "eu sei exatamente onde vc estava e o que estava aprontado"; com o olhar fixo no meu pau duro, deu uma risadinha maliciosa balançando a cabeça em sinal de negação.
Naquele dia, almoçamos e retornamos em seguida para nossa cidade. Mas vcs sabem como é né, amizade antiga, há muito sem notícias, traz novas oportunidades de colocar a conversa em dia, mas sempre com muita discrição.
Porque discrição, é a alma de qualquer diversão bem-sucedida!
Terminei de me arrumar, botei o pau pra dentro... ,que a esta altura já começava a dar sinais de vida, arrumei meu calção e me virei para pegar a toalha que estava pendurada. Num movimento único, abri a porta do box e falei: “Aqui está, vire-se!”. Afinal, eu havia entendido que "me passa a toalha" seria para passar a toalha nela, e foi exatamente o que fui fazer.
Ela já estava de costas, tomara banho com seu mini biquíni, só mesmo para tirar a agua do mar do corpo, e outra vez com um movimento direto, a abracei por trás enrolando-a com a toalha. Ao tempo que sentia o aperto dos meus braços sobre seu corpo, como se por reflexo, empinou aquele rabo delicioso como se procurando o encaixe dele no meu pau. Forcei meu corpo contra o dela um pouco mais, enquanto deslizava minha mão por baixo do seu biquíni, apalpando totalmente aquele seio firme e delicioso. Quando ela falou: “pare já com isso, meu filho pode entrar” E "tchibum" outro pulo dentro da piscina, então falei, ele está se divertindo, assim como eu; ele pulando na agua e eu pulando no seu rabo. “Tá e sua esposa?”, ao que respondi: “Bom, ela não deixaria o garoto sozinho brincando na agua”.
Mas ainda assim, de fato não era hora nem lugar praquilo, meu pau já estava qse explodindo. Deixei-a com a toalha e sai do banheiro; enquanto descia as escadas o garoto vinha no sentido contrário indagando pela mãe. Respondi que deveria estar terminando de tomar banho e que já se juntaria a nós para comer.
Assim que cheguei na cozinha, fui fitado de cima a baixo pela minha esposa, que me olhou com aquele olhar único de "eu sei exatamente onde vc estava e o que estava aprontado"; com o olhar fixo no meu pau duro, deu uma risadinha maliciosa balançando a cabeça em sinal de negação.
Naquele dia, almoçamos e retornamos em seguida para nossa cidade. Mas vcs sabem como é né, amizade antiga, há muito sem notícias, traz novas oportunidades de colocar a conversa em dia, mas sempre com muita discrição.
Porque discrição, é a alma de qualquer diversão bem-sucedida!

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