Olá pessoal, td bom?! Desde que comecei a escrever, há algumas semanas, percebi como nossas vidas sexuais, dependendo do ponto de vista, podem ser monótonas; por vezes, deveras excitantes ou ainda, podem ser o que quisermos que seja.

Vamos lá, eu explico. Essa história se passou há bastante tempo, anos na verdade, mas me lembro bem de cada detalhe, que passo a contar aqui. Teria sido outro final de semana com a família toda reunida, nada de excepcional, conversas de sempre, risadas, vez ou outra até uma briguinha (quem nunca!). Na casa da minha sogra, nestes finais de semana, reuniam-se bastante gente o dia todo; casa grande, meio do caminho pra todos que ali se encontravam, mas à noite, só restavam os de casa mesmo.
Do ponto de vista sexual, uma grande monotonia!
Mas antes de restarmos somente nós por ali, deixa eu contar o sabadão como foi. Aquele dia o sol tava rachando, as primas da minha mulher estavam todas rodeando por ali. A casa fica bem de frente com uma pequena praia, o que faz o ir e vir ser frenético o dia inteiro. Prima vem, prima vai, e vão ser boas assim lá pros lados de Pato Brancooo, daíííí (Não, não, ninguém ali é daquelas bandas, é que minha esposa passava os canais da TV no momento em que eu escrevo a história, e neste justo instante apareceu a saudosa personagem Bozena, de Toma Lá Dá Cá, conhecida por seu bordão).
Passei o dia todo desejando aquela mulherada... mas sem poder sequer olhar pros lados, sempre havia algum parente no encalço. Mas daí veio aquela cena - tá, confesso, está mais pra imaginação fértil, do dia...- Meio da tarde, sol já ia se pondo, eu ia passando pela lateral da casa grandepra acessar a edícula, onde nossas coisas estavam guardadas, quando ouvi uma bagunça vinda do banheiro. Minha cunhadinha estava ali cantando uma musiquinha chiclete, que passara a tarde toda cantarolando com a filha. Casa antiga, vidro do banheiro translúcido, não precisava nem de muito esforço para identificar as curvas daquele corpinho delicioso; fiquei alguns instantes olhando e sonhando o que faria e não faria, se pudesse, com tudo aquilo - tão perto e tão distante.
Do ponto de vista sexual, uma oportunidade deveras excitante, mas que tenho que desfazer da minha fértil imaginação. Então tá, dia que segue!
À noite, crianças (leia-se: minha mulher e eu; minha cunhada e seu marido) para a edícula; e os Adultos (meus sogros) e as bem crianças (a filha da minha cunhada) para a casa grande. Na edícula, todos fomos dormir, os quartos na edícula são bem grandes, mas o que os divide são apenas finas divisórias de forro, praticamente se ouve a respiração das pessoas do outro lado. Havia pouco mais de uma hora que estávamos dormindo - peraí, nem todos. Tenho o sono muito leve e algum ruído me acordou, não identifiquei de imediato o que teria sido, mas, poucos instantes depois escutei algo parecido novamente. Era ele resmungando alguma coisa. Pensei comigo: "Ela deve ter raspado o aparelho (ortodôntico) na cabeça do pau dele rsrsrs". Comecei a prestar mais atenção aos sons que vinham de lá e meu pau foi ganhando vida.
Alguns minutos depois ouvia-se o balançar da cama, e eu a imaginava cavalgando sobre a rola dele. Nesta hora, busquei a bucetinha da minha mulher, que ainda não havia acordado, e comecei a dedilhar de leve; vez ou outra eu ouvia minha cunhada soltando um gemidinho abafado, que me deixava com ainda mais tesão. Em pouco tempo minha mulher acordou e já estava toda molhada; podia sentir meu pau duro batendo no seu rabo; quando então ela entendeu que sua irmã e cunhado estavam se divertindo, resolveu entrar na brincadeira também, tirou o resto de roupa que ainda vestia e começou a chupar meu pau com vontade; a todo instante eu lhe fazia sinal para que não fizesse muito barulho, para que o quarto ao lado não nos ouvisse, mas parecia que fazia de propósito para que soubessem que não estavam sozinho na "festa".
Os gemidos no outro quarto começaram a ficar mais frequentes e menos abafados; quando enfim segurei minha mulher pelos cabelos e enterrei meu pau em sua bucetinha encharcada, a estocada veio seguida de um gemido alto e longo, e o quarto ao lado foi tomado por um silêncio sepulcral. Eu sussurrava em seu ouvido que não fizesse muito barulho, para não atrapalhar a irmãzinha; no que ela respondeu: "Cala a boa e mete essa rola como se estivesse enterrando nela, quero sentir bater as bolas em mim". E foi o que fiz, deixei o silêncio de lado e tomado de um tesão insano lhe segurei pela cintura e com movimentos firmes e cadenciados a fiz gozar; qdo nosso barulho cessou, pudemos ouvir que a coisa ia no mesmo ritmo lá, cadência e barulhos de tapas eram ouvidos, outro gemido longo e gostoso, só que desta vez, vinham da minha cunhada; e então silêncio. Gozei horrores em cima do rabo da minha mulher, que se masturbava com os ruídos deles, buscando outro orgasmo. Enfim os quatro deram uma trégua na madrugada e parecem ter todos caído no sono.
Do ponto de vista sexual, poderíamos ter ignorado a diversão deles e seguido dormindo, mas dessa vez quisemos que fosse diferente e decidimos participar da "festa".
Pela manhã, no domingo, acordamos todos muito bem-humorados, tomamos o café da manhã trocando no máximo olhares e seguimos, na sequência, cada família para sua casa, com despedidas feitas com muita discrição.
Porque discrição, é a alma de qualquer diversão bem-sucedida!

Vamos lá, eu explico. Essa história se passou há bastante tempo, anos na verdade, mas me lembro bem de cada detalhe, que passo a contar aqui. Teria sido outro final de semana com a família toda reunida, nada de excepcional, conversas de sempre, risadas, vez ou outra até uma briguinha (quem nunca!). Na casa da minha sogra, nestes finais de semana, reuniam-se bastante gente o dia todo; casa grande, meio do caminho pra todos que ali se encontravam, mas à noite, só restavam os de casa mesmo.
Do ponto de vista sexual, uma grande monotonia!
Mas antes de restarmos somente nós por ali, deixa eu contar o sabadão como foi. Aquele dia o sol tava rachando, as primas da minha mulher estavam todas rodeando por ali. A casa fica bem de frente com uma pequena praia, o que faz o ir e vir ser frenético o dia inteiro. Prima vem, prima vai, e vão ser boas assim lá pros lados de Pato Brancooo, daíííí (Não, não, ninguém ali é daquelas bandas, é que minha esposa passava os canais da TV no momento em que eu escrevo a história, e neste justo instante apareceu a saudosa personagem Bozena, de Toma Lá Dá Cá, conhecida por seu bordão).
Passei o dia todo desejando aquela mulherada... mas sem poder sequer olhar pros lados, sempre havia algum parente no encalço. Mas daí veio aquela cena - tá, confesso, está mais pra imaginação fértil, do dia...- Meio da tarde, sol já ia se pondo, eu ia passando pela lateral da casa grandepra acessar a edícula, onde nossas coisas estavam guardadas, quando ouvi uma bagunça vinda do banheiro. Minha cunhadinha estava ali cantando uma musiquinha chiclete, que passara a tarde toda cantarolando com a filha. Casa antiga, vidro do banheiro translúcido, não precisava nem de muito esforço para identificar as curvas daquele corpinho delicioso; fiquei alguns instantes olhando e sonhando o que faria e não faria, se pudesse, com tudo aquilo - tão perto e tão distante.
Do ponto de vista sexual, uma oportunidade deveras excitante, mas que tenho que desfazer da minha fértil imaginação. Então tá, dia que segue!
À noite, crianças (leia-se: minha mulher e eu; minha cunhada e seu marido) para a edícula; e os Adultos (meus sogros) e as bem crianças (a filha da minha cunhada) para a casa grande. Na edícula, todos fomos dormir, os quartos na edícula são bem grandes, mas o que os divide são apenas finas divisórias de forro, praticamente se ouve a respiração das pessoas do outro lado. Havia pouco mais de uma hora que estávamos dormindo - peraí, nem todos. Tenho o sono muito leve e algum ruído me acordou, não identifiquei de imediato o que teria sido, mas, poucos instantes depois escutei algo parecido novamente. Era ele resmungando alguma coisa. Pensei comigo: "Ela deve ter raspado o aparelho (ortodôntico) na cabeça do pau dele rsrsrs". Comecei a prestar mais atenção aos sons que vinham de lá e meu pau foi ganhando vida.
Alguns minutos depois ouvia-se o balançar da cama, e eu a imaginava cavalgando sobre a rola dele. Nesta hora, busquei a bucetinha da minha mulher, que ainda não havia acordado, e comecei a dedilhar de leve; vez ou outra eu ouvia minha cunhada soltando um gemidinho abafado, que me deixava com ainda mais tesão. Em pouco tempo minha mulher acordou e já estava toda molhada; podia sentir meu pau duro batendo no seu rabo; quando então ela entendeu que sua irmã e cunhado estavam se divertindo, resolveu entrar na brincadeira também, tirou o resto de roupa que ainda vestia e começou a chupar meu pau com vontade; a todo instante eu lhe fazia sinal para que não fizesse muito barulho, para que o quarto ao lado não nos ouvisse, mas parecia que fazia de propósito para que soubessem que não estavam sozinho na "festa".
Os gemidos no outro quarto começaram a ficar mais frequentes e menos abafados; quando enfim segurei minha mulher pelos cabelos e enterrei meu pau em sua bucetinha encharcada, a estocada veio seguida de um gemido alto e longo, e o quarto ao lado foi tomado por um silêncio sepulcral. Eu sussurrava em seu ouvido que não fizesse muito barulho, para não atrapalhar a irmãzinha; no que ela respondeu: "Cala a boa e mete essa rola como se estivesse enterrando nela, quero sentir bater as bolas em mim". E foi o que fiz, deixei o silêncio de lado e tomado de um tesão insano lhe segurei pela cintura e com movimentos firmes e cadenciados a fiz gozar; qdo nosso barulho cessou, pudemos ouvir que a coisa ia no mesmo ritmo lá, cadência e barulhos de tapas eram ouvidos, outro gemido longo e gostoso, só que desta vez, vinham da minha cunhada; e então silêncio. Gozei horrores em cima do rabo da minha mulher, que se masturbava com os ruídos deles, buscando outro orgasmo. Enfim os quatro deram uma trégua na madrugada e parecem ter todos caído no sono.
Do ponto de vista sexual, poderíamos ter ignorado a diversão deles e seguido dormindo, mas dessa vez quisemos que fosse diferente e decidimos participar da "festa".
Pela manhã, no domingo, acordamos todos muito bem-humorados, tomamos o café da manhã trocando no máximo olhares e seguimos, na sequência, cada família para sua casa, com despedidas feitas com muita discrição.
Porque discrição, é a alma de qualquer diversão bem-sucedida!
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