Depois de muitos anos sem se ver, Cris e Paulo novamente se encontram. É incrível como nada precisa ser dito. Já sabem o que querem. Ou melhor, os corpos já sabem o que querem.
Paulo estacionou o carro em frente à casa na qual Cris estava hospedada. Ela entrou no carro e assim que sentou-se, Paulo a cumprimentou como outrora. Um beijo caloroso e uma mão que não engana ninguém nem disfarça o que busca.
Trocaram poucas palavras. Aliás, esse era o objetivo desde o principio do encontro marcado. As mãos já conheciam o caminho e as línguas também. A química é perfeita, como sempre.
Pablo começa pegando a cintura de Cris com força, do jeito que ela gosta. O corpo dela estremece inteiro e a sua bucetinha lateja ainda mais. Ela sente a umidade e o prazer tomando conta da sua consciência. Já nem lembra mais que a luz do dia ainda se faz presente e estão dentro de um carro no meio da cidade.
As mãos do Pablo não param. enquanto uma mão passa pela cintura dela, a outra é frenética em todos os cantos de sua bucetinha, ora apertando, ora esfregando e ora penetrando. Aproveita para passar a língua no pescoço e dar umas mordiscadas do jeito que a Cris gosta. Eles já não se aguentam mais de tanto tesão. A vontade é de sentir um dentro do outro como já ocorrera em outros tempos.
As palavras não vem. Até tentam conversar e saber um pouco mais sobre como está a vida nesse momento, nas o prazer e a vontade de se tocarem é muito maior.
Enquanto Pablo tenta falar algo sério, Cris aproveita para dar uma pegada com intensidade naquele delicioso e sempre presente pau. Esfrega, aperta, movimenta com a intensidade que ela sabe bem que o Pablo gosta. Sente que ele está com muito tesão, reduz a intensidade só para ver a cara de louco que ele faz...
A hora passa rápido. Sabem que não podem ficar ali o resto do dia. As mãos e as línguas se intensificam. Cris goza nos dedos de Pablo e comenta da saudade que tem da língua dele engolindo ela por inteira. Pablo, não perde a oportunidade de sentir o gosto doce que só a Cris tem.
Voltam a falar sobre a vida e o que estão fazendo atualmente. Sorte a deles, pois nesse momento, alguns amigos passam pelo carro e os cumprimentam. A sorte é que a luz do dia ainda era intensa, então, nada dava para perceber o quanto aqueles corpos estavam vibrando lá dentro nem o vidro que de perto se percebia o quão suado estava.
Trocam mais algumas caricias. O telefone de Paulo toca. Chegou a hora de ir para o compromisso que já tinha e da Cris voltar para a organização do evento que participaria naquela noite. Ambos sabiam que essa seria a última vez juntos. É como se fosse uma despedida. Tal como tudo começou um dia, "apenas" com carícias intensas e muito prazer. Coitado de quem os encontrasse naquela noite e pudesse de fato vivenciar um sexo com penetração, pois os corpos não parariam de "ferver" por longas horas depois de tanto prazer.
Paulo estacionou o carro em frente à casa na qual Cris estava hospedada. Ela entrou no carro e assim que sentou-se, Paulo a cumprimentou como outrora. Um beijo caloroso e uma mão que não engana ninguém nem disfarça o que busca.
Trocaram poucas palavras. Aliás, esse era o objetivo desde o principio do encontro marcado. As mãos já conheciam o caminho e as línguas também. A química é perfeita, como sempre.
Pablo começa pegando a cintura de Cris com força, do jeito que ela gosta. O corpo dela estremece inteiro e a sua bucetinha lateja ainda mais. Ela sente a umidade e o prazer tomando conta da sua consciência. Já nem lembra mais que a luz do dia ainda se faz presente e estão dentro de um carro no meio da cidade.
As mãos do Pablo não param. enquanto uma mão passa pela cintura dela, a outra é frenética em todos os cantos de sua bucetinha, ora apertando, ora esfregando e ora penetrando. Aproveita para passar a língua no pescoço e dar umas mordiscadas do jeito que a Cris gosta. Eles já não se aguentam mais de tanto tesão. A vontade é de sentir um dentro do outro como já ocorrera em outros tempos.
As palavras não vem. Até tentam conversar e saber um pouco mais sobre como está a vida nesse momento, nas o prazer e a vontade de se tocarem é muito maior.
Enquanto Pablo tenta falar algo sério, Cris aproveita para dar uma pegada com intensidade naquele delicioso e sempre presente pau. Esfrega, aperta, movimenta com a intensidade que ela sabe bem que o Pablo gosta. Sente que ele está com muito tesão, reduz a intensidade só para ver a cara de louco que ele faz...
A hora passa rápido. Sabem que não podem ficar ali o resto do dia. As mãos e as línguas se intensificam. Cris goza nos dedos de Pablo e comenta da saudade que tem da língua dele engolindo ela por inteira. Pablo, não perde a oportunidade de sentir o gosto doce que só a Cris tem.
Voltam a falar sobre a vida e o que estão fazendo atualmente. Sorte a deles, pois nesse momento, alguns amigos passam pelo carro e os cumprimentam. A sorte é que a luz do dia ainda era intensa, então, nada dava para perceber o quanto aqueles corpos estavam vibrando lá dentro nem o vidro que de perto se percebia o quão suado estava.
Trocam mais algumas caricias. O telefone de Paulo toca. Chegou a hora de ir para o compromisso que já tinha e da Cris voltar para a organização do evento que participaria naquela noite. Ambos sabiam que essa seria a última vez juntos. É como se fosse uma despedida. Tal como tudo começou um dia, "apenas" com carícias intensas e muito prazer. Coitado de quem os encontrasse naquela noite e pudesse de fato vivenciar um sexo com penetração, pois os corpos não parariam de "ferver" por longas horas depois de tanto prazer.

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